O INCT-InEAC foi aprovado em fevereiro de 2009, pelo Ministério de...

cjclo de palestras: VIOLÊNCIA, SISTEMA PENAL E DEMOCRACIA

Com a participação de pesquisadores ligados ao INCT InEAC, o Instituto Latino Americano de Estudos Avançados em Ciência e Humanidades realiza, no próximo dia 24 de agosto de 2017, a palestra VIOLÊNCIA, SISTEMA PENAL E DEMOCRACIA, que contará com as participações da socióloga  Jaqueline Sinhoretto (UFSCAR) ; Ligia Madeira (Políticas Públicas UFRGS), e Rodrigo Guiringhelli Azevedo (PUCRS) . A atividade começa às 16h, na sala 111 do ILEA -  Instituto Latino Americano de Estudos Avançados em Ciência e Humanidades, Campus do Vale. 

Sociólogo alerta para nova doutrina de segurança nacional defendida pelo general Etchegoyen

O site do InEAC reproduz entrevista publicada nessa terça, 8 de agosto de 2017, no Jornal Sul 21, feita pelo jornalista Marco Weissheimer com o sociólogo Rodrigo Ghiringnell, pesquisador vinculado ao INCT-InEAC.

Sociólogo alerta para nova doutrina de segurança nacional defendida pelo general Etchegoyen
 

A área da segurança pública no Brasil adquiriu extrema importância no governo de Michel Temer, com a implementação de uma política que tem por trás dela uma nova doutrina de segurança nacional. Essa doutrina vê os grupos ligados ao tráfico de drogas e os movimentos sociais ligados a uma visão de esquerda como os novos inimigos internos e alvos de uma política nacional de segurança que justificaria inclusive a intervenção as forças armadas. Além disso, a polícia militar tem um salvo conduto para atuar de forma violenta e, às vezes, até contra a lei em nome de um “bem maior”. O alerta é do sociólogo Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, professor e pesquisador da PUC-RS e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que vê um preocupante processo de militarização da segurança pública no Brasil.

Às favas todos os escrúpulos

O site do Ineac reproduz aqui o artigo do sociólogo e pesquisador do InEAC Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo para o Zero Hora, publicado dia 7 de agosto de 2017.

Às favas todos os escrúpulos

Zero Hora, 07/08/2017

Na semana em que a Câmara Federal garantiu a imunidade ao presidente Temer quanto aos crimes apontados na denúncia do procurador-geral da República, dois outros fatos indicaram o que está em andamento na área da segurança pública.
O primeiro foi o evento "Brasil de Ideias", em que ministros debateram com empresários as propostas do governo para a segurança, liderados pelo ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen. As orientações dadas foram claras: teses e dissertações são inúteis; a mídia precisa ser "compreensiva" com o que tem que ser feito, pois haverá "incidentes"; em uma guerra, acontecem "coisas indesejáveis", até "injustiças". Mas não sejamos politicamente corretos, pois isso nos impede de discutir qualquer coisa. Recado dado.

Pesquisa da UFSCar destaca condições precárias de trabalho e vitimização de policiais militares

A vitimização dos policiais, abordada pelo sofrimento psíquico, suas implicações e os desdobramentos institucionais e políticos decorrentes da luta dos policiais pela visibilidade da questão.

 

Uma dissertação de mestrado defendida recentemente no Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) coloca em destaque um aspecto pouco abordado do fenômeno da violência associada à Polícia Militar (PM): as condições precárias de trabalho e os processos de vitimização - física e psicológica - dos policiais militares e, especialmente, dos chamados "praças", que atuam no lugar mais baixo da hierarquia e, ao mesmo tempo, na linha de frente da segurança pública nas ruas de todo o País. A pesquisa foi realizada por Bruno Renan Joly, sob a orientação de Jacqueline Sinhoretto, docente do Departamento de Sociologia (DS) da UFSCar e coordenadora do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC).

Manifesto da Sociedade Civil PELA INTERRUPÇÃO DOS TIROTEIOS E A PROTEÇÃO DAS VIDAS!

Manifesto da Sociedade Civil
PELA INTERRUPÇÃO DOS TIROTEIOS E A PROTEÇÃO DAS
VIDAS!
A violência produzida pelo próprio Estado e por grupos de
traficantes e paramilitares, que historicamente tem caracterizado o
cotidiano da população do Rio de Janeiro, alcançou patamares
alarmantes. Se em 2016 tivemos o aumento dos registros de homicídios e
de conflitos armados em relação aos anos anteriores, segundo dados do
Instituto de Segurança Pública (ISP), em 2017 vivemos uma escalada dramática
de mortos e feridos.
Apenas por “balas perdidas” - eufemismo com que se escamoteia o
desrespeito de grupos armados à população -, foram 632 vítimas, com 67
mortes, até o final do mês de junho. Além disso, o número de mortes
decorrentes de intervenção policial chegou a 120 no final de março, enquanto
mais de 85 policiais foram mortos até agora em 2017. E a esmagadora maioria
dessas ocorrências se dá em favelas e periferias do Grande Rio, onde se
concentra a população negra e mais pobre da sociedade fluminense. É ela que

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