O INCT-InEAC foi aprovado em fevereiro de 2009, pelo Ministério de...

Crime, Public Security and Human Rights in Colonial and Post Colonial Societies in Comparative Perspective

Sessão com George Bisharat, Roberto Kant e Izabel Nunes - Crime, Public Security and Human Rights in Colonial and Post Colonial Societies in Comparative Perspective  . Os pesquisadres do InEAC estão no Novo México participando do  LAW AND SOCIETY ASSOCIATION 2017

"Punishment and democratic politics"

Na comitiva de esquisadores do InEAC no Novo México, o pesquisador Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo, associado e membro do Comitê Gestor do Instituto Nacional de Estudos Comparados em Administração Institucional de Conflitos (INCT-INEAC),  participa da mesa "Punishment and democratic politics", na edição 2017 do Law and Society Association.

Comitiva do InEAC participa da Law and Society Association 2017 no México

Os coordenadores do InEAC Roberto Kant de Lima (Universidade Federal do Fluminense) e Luis Roberto Cardoso de Oliveira (Universidade de Brasília), e uma comitiva de pesquisadores do InEAC participam essa semana da  programação do encontro anual da Law and Society Asssociation 2017, na cidade do México.

Confira a programação do evento: 

 

TERÇA

GLOBO.COM TRAZ MATÉRIA COM PESQUISADOR DO INEAC

#MapaDoCrime: 38 mil pessoas foram assassinadas no Rio em 15 anos; só 10% dos casos têm autor identificado

Sete pessoas morrem diariamente, em média, de forma violenta na capital desde 2002. G1 inicia nesta segunda-feira série de reportagens com dados da violência na cidade.

Desde 2002, sete pessoas, em média, morrem diariamente de forma violenta na cidade do Rio. Foram 38 mil homicídios no período, segundo levantamento do G1 com base em dados do Instituto de Segurança Pública (ISP). São policiais e criminosos mortos em confrontos, moradores de áreas dominadas por facções de milicianos ou de traficantes, mortos em brigas, vítimas de latrocínio ou de balas perdidas, entre outros casos. Gente que entrou para uma triste estatística, e que o sistema judicial não consegue, em 90% dos casos, descobrir os mandantes do crime ou quem, simplesmente, apertou o gatilho.
(#MapaDoCrime: até quinta-feira, 15, o G1 publica uma série de reportagens, em parceria com o núcleo de jornalismo de dados, sobre fatos, histórias e números da violência nos últimos 15 anos.)

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