O INCT-InEAC foi aprovado em fevereiro de 2009, pelo Ministério de...

Pesquisa da UFSCar destaca condições precárias de trabalho e vitimização de policiais militares

A vitimização dos policiais, abordada pelo sofrimento psíquico, suas implicações e os desdobramentos institucionais e políticos decorrentes da luta dos policiais pela visibilidade da questão.

 

Uma dissertação de mestrado defendida recentemente no Programa de Pós-Graduação em Sociologia (PPGS) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) coloca em destaque um aspecto pouco abordado do fenômeno da violência associada à Polícia Militar (PM): as condições precárias de trabalho e os processos de vitimização - física e psicológica - dos policiais militares e, especialmente, dos chamados "praças", que atuam no lugar mais baixo da hierarquia e, ao mesmo tempo, na linha de frente da segurança pública nas ruas de todo o País. A pesquisa foi realizada por Bruno Renan Joly, sob a orientação de Jacqueline Sinhoretto, docente do Departamento de Sociologia (DS) da UFSCar e coordenadora do Grupo de Estudos sobre Violência e Administração de Conflitos (GEVAC).

Manifesto da Sociedade Civil PELA INTERRUPÇÃO DOS TIROTEIOS E A PROTEÇÃO DAS VIDAS!

Manifesto da Sociedade Civil
PELA INTERRUPÇÃO DOS TIROTEIOS E A PROTEÇÃO DAS
VIDAS!
A violência produzida pelo próprio Estado e por grupos de
traficantes e paramilitares, que historicamente tem caracterizado o
cotidiano da população do Rio de Janeiro, alcançou patamares
alarmantes. Se em 2016 tivemos o aumento dos registros de homicídios e
de conflitos armados em relação aos anos anteriores, segundo dados do
Instituto de Segurança Pública (ISP), em 2017 vivemos uma escalada dramática
de mortos e feridos.
Apenas por “balas perdidas” - eufemismo com que se escamoteia o
desrespeito de grupos armados à população -, foram 632 vítimas, com 67
mortes, até o final do mês de junho. Além disso, o número de mortes
decorrentes de intervenção policial chegou a 120 no final de março, enquanto
mais de 85 policiais foram mortos até agora em 2017. E a esmagadora maioria
dessas ocorrências se dá em favelas e periferias do Grande Rio, onde se
concentra a população negra e mais pobre da sociedade fluminense. É ela que

Justiça criminal e segurança pública: elementos e consequências desta ruptura no Brasil

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro realiza nessa sexta, 28/7/2017, aula aberta com o antropólogo e coordenador do InEAC Roberto Kant de Lima. O tema da apresentação é "Justiça criminal e segurança pública: elementos e consequências desta ruptura no Brasil".

A atividade faz parte do curso “Sistemas de Justiça Criminal em perspectiva: Leituras transjurídicas do poder punitivo”, que começou no dia 7 de julho e se estenderá até o dia 18 de agosto, no auditório da Fesudeperj (Av Marechal Câmara, 314, 4º andar). As inscrições devem ser feitas através do email: pec.defensoria@gmail.com. Será concedido certificado para aqueles que tiverem, no mínimo, 70% da presença.
O curso analisa o funcionamento da justiça criminal a partir de diversos eixos como: direito, filosofia, antropologia, comunicação, sociologia e segurança pública e busca uma compreensão mais ampla dos fenômenos que atravessam o poder punitivo, seus objetivos (ocultos e declarados), discursos, práticas, resultados e reflexos sociais. As aulas são gratuitas e abertas ao público.

V CICLO DE DEBATES SOCIEDADE EM MOVIMENTO 2017

Os Programas de Pós Graduação em Ciências Sociais e em Ciências Criminais, da Escola de Humanidades da PUCRS realizam no próximo dia 7 de agosto de 2017, o V CICLO DE DEBATES SOCIEDADE EM MOVIMENTO 2017.

Na pauta o tema "Encarceramento, nacionalização dos comandos e faccionalização da dinamica prisional".

A atividade será conduzida pela Dra Camila Caldeira Nunes Dias (UFABC) e terá início às 19:30 h , na sala 1036 , do prédio 11 da PUCRS.

Simpósio discute a pesquisa em divulgação científica e a construção da área como campo acadêmico

Nos dias 31 de julho e 1º de agosto, a Tenda da Ciência Virgínia Schall vai sediar o simpósio “A ciência da divulgação científica: a construção de um campo acadêmico”, que buscará pensar e debater a pesquisa na área de divulgação científica.. A ocasião também vai marcar o início do semestre letivo do mestrado em Divulgação da Ciência, Tecnologia e Saúde 2017.

Já estão confirmadas as participações de Bruce Lewenstein (Cornell University), Dominique Brossard (Wisconsin University), Melanie Smallman (University College London), Martha Marandino (USP), Yurij Castelfranchi (UFMG), Sibele Cazelli (Mast), Simone Pallone (Unicamp), Claudia Juberg (UFRJ), Jéssica Norberto (Fundação Cecierj), Luiz Bento (Fundação Cecierj), Luisa Massarani (Museu da Vida/COC/Fiocruz, RedPop, PCST), Luís Amorim (Museu da Vida/COC/Fiocruz) e Carla Almeida (Museu da Vida/COC/Fiocruz).

Páginas

A UFF nas redes sociais

Fale conosco

Rua José Clemente, 73 - 9º andar - Centro - Niterói - RJ

CEP: 24020-104

Tel: (55) 21 - 3674.7823

Acervo NEPEAC: (55) 21 - 3674.7824